Maio 25, 2012, 05:12:35

Autor Tópico: Interrupção Voluntária da Gravidez  (Lida 3203 vezes)

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Offline ÂngeloSimões

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #60 em: Agosto 28, 2010, 08:04:54 »
imagino que não, mas como toda a gente acha obrigatoriamente que tem de tomar posiçao sobre o assunto e se mete ou num extremo ou noutro, o problema começa smp por aí. certos assuntos não deviam ser abertos a debate á população simplesmente, nao existe forma de debater uma coisa assim
A soma dos quartetos dos catatos é igual ao catato da hipoterusa

Offline Kayleen

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #61 em: Agosto 28, 2010, 08:10:19 »
Eu acho que tudo deve ser debatido. Principalmente este tipo de assuntos, que não são consensuais.
Até as leis têm de ser debatidas, caso contrário isto era uma ditadura em vez de uma democracia.

O aborto têm as suas leis, foram debatidas e achei muito bem que tivesse ido a referendo e tenham tido interesse em saber qual a posição da população.
Na altura só tive pena de não ser uns mesinhos mais velha para poder votar também.

O que eu acho é que há pessoas que não sabem debater. Mas isso é diferente e não se pode fazer nada em relação a isso.
Há sistemas para todas as coisas que nos ajudam a saber amar.
Só não há sistemas para saber amar.

Eu não sou mal educada, simplesmente parece'me desperdício de teclado desejar as boas vindas a quem só faz 2 posts. De qualquer modo, se chegaste a ler um post meu...
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Offline ÂngeloSimões

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #62 em: Agosto 29, 2010, 12:19:02 »
Eu acho que tudo deve ser debatido. Principalmente este tipo de assuntos, que não são consensuais.
Até as leis têm de ser debatidas, caso contrário isto era uma ditadura em vez de uma democracia.

eu n acho k td se deva debater, plo simples facto de n existir um certo ou um errado em muitos assuntos, a somar uma parcela de ignorancia superior a 50% da população ainda menos razões existem pra se discutirem alguns assuntos. A unica conclusão a que chegamos ao debater assuntos como o aborto é "não existe certo ou errado, cada caso é um caso" e essa conclusão serve pra por fim, ou devia servir, pra por fim a muitos outros debates. Há coisas que se debatem, outras que não, porque discutir algo que so por si não tem uma posição certa é puro exercicio mental gasto a prejudicar vidas alheias, o que nao acho justo. é assim que funciona, no entanto é o msm k lançar á sorte assuntos que dizem respeito á vida de alguns, existiu uma liberalização em relaçao ao aborto, podia n ter existido, e ai? como seria? quantos assuntos em debate tomaram um rumo acente em preconceitos e com isso mt gente viu a liberdade individual mais condicionada que a liberdade de qualquer outro cidadão? as pessoas deviam saber admitir que não conseguem tomar uma posição, mas a sociedade por vezes pressiona o cidadão comum a tomar uma posição, como se fosse realmente necessário, e não é, ainda a maioria não sabe lidar com a propria vida como vão opinar sobre a forma como os outros vao viver, uma vez que não estão a ser prejudicados? não passa de uma distracção social , ilusões de espirito critico face a assuntos cujo conteúdo não devia estar sujeito a critica alguma. A sociedade devia debater coisas de interesse comum, n de suposto interesse comum. a vida não vem com manual, a liberdade de um acaba onde a alheia começa.
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Offline Kayleen

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #63 em: Agosto 29, 2010, 12:45:21 »
Ângelo, acerca do debate do aborto, que é o que se está a falar aqui. Tinha de ser debatido.

Há coisas que têm de ser debatidas, independentemente de não existir no assunto um certo ou um errado seguros.
Tem de haver debates e têm de se encontrar consensos em relação a tudo senão, das duas uma: ou estávamos numa ditadura, levados pela vontade de uma figura que é superior à vontade de todos; ou estávamos numa anarquia, onde cada um faz o que quiser o bem lhe apetece e não há fronteira entre a liberdade de uns e de outros e voltamos à selva por cada vez que surja um desentendimento.

As coisas têm de ser debatidas na sociedade, mesmo que depois só tenham efeito a nível individual. Têm de ser debatidas, porque tem de se chegar a uma legislação para que, quando surja um desentendimento entre partes, se possa resolver na via legal. E têm de ser voltadas a debater tempos depois de maneira a que se mudem as leis quando a mentalidade da sociedade também muda.

Se o aborto não tivesse sido debatido, ainda hoje era ilegal e tinha-se cortado a liberdade a muitas mulheres (que para abortarem ilegalmente ou iam a Espanha, ou gastavam balúrdios ou arriscavam a própria saúde).

E se, como tu dizes, mais de metade da população portuguesa é ignorante demais para entrar num debate destes, a solução não é proíbi-los de debater, mas sim educa-los para que possam ter uma posição válida e consistente.
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Offline ÂngeloSimões

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #64 em: Agosto 29, 2010, 01:03:45 »
Ângelo, acerca do debate do aborto, que é o que se está a falar aqui. Tinha de ser debatido.

Há coisas que têm de ser debatidas, independentemente de não existir no assunto um certo ou um errado seguros.
Tem de haver debates e têm de se encontrar consensos em relação a tudo senão, das duas uma: ou estávamos numa ditadura, levados pela vontade de uma figura que é superior à vontade de todos; ou estávamos numa anarquia, onde cada um faz o que quiser o bem lhe apetece e não há fronteira entre a liberdade de uns e de outros e voltamos à selva por cada vez que surja um desentendimento.

As coisas têm de ser debatidas na sociedade, mesmo que depois só tenham efeito a nível individual. Têm de ser debatidas, porque tem de se chegar a uma legislação para que, quando surja um desentendimento entre partes, se possa resolver na via legal. E têm de ser voltadas a debater tempos depois de maneira a que se mudem as leis quando a mentalidade da sociedade também muda.

Se o aborto não tivesse sido debatido, ainda hoje era ilegal e tinha-se cortado a liberdade a muitas mulheres (que para abortarem ilegalmente ou iam a Espanha, ou gastavam balúrdios ou arriscavam a própria saúde).

E se, como tu dizes, mais de metade da população portuguesa é ignorante demais para entrar num debate destes, a solução não é proíbi-los de debater, mas sim educa-los para que possam ter uma posição válida e consistente.

Ninguém proibe a população de debater, a população é livre de debater tudo, e eu mencionei que "certos" assuntos não estão sujeitos a certo ou a errado e por isso "certos" assuntos não deveriam ser incentivados a debate. Decerto que não existir um debate sobre o aborto não levaria a uma anarquia. ninguém proibe grupos de discutirem, mas o debate foi levado a uma população inteira, não propriamente porque a maioria se interessa, apenas porque é conveniente, e serve mts vezes o proveito de conservadores governamentais. anarquia não é caos, e era bem vinda, pra variar um pouco. a noção de anarquia que a maioria tem é errada, e é uma opção tão boa como qualquer outra frente a esta falsa democracia. A existencia de uma hierarquia veio colocar uma falsa sensação de ordem, não criou mais do que uma forte desigualdade. numa anarquia, ou seja, ausencia de hierarquia, as coisas podiam ser muito diferentes. estamos fartos de experimentar o velho, já vimos que o velho nao pode ser melhorado, porque é uma máquina corrupta que se renova a si mesma, porque não trocar falsa ordem por anarquia?
 As pessoas não andam a ser educadas para ter uma opiniao, notas algum aumento de espirito critico no povo portugues? eu não. podem ser impulsionadas a dar uma opiniao sobre alguma coisa, mas sem bases elas nao vao criar uma opiniao, vao pegar na primeira opiniao ouvida que lhes parecer bem. criar é diferente de plagiar ouvindo e tornando seu. a sociedade oferece um bom leque de influencias nesse aspecto, não procures imparcialidade num meio em que grupos de poder forçam a divulgação de ideias viciadas.
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Offline ÂngeloSimões

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #65 em: Agosto 29, 2010, 01:21:02 »
ah e já agr, tenho uma pergunta prati. Quantas questões ás quais se impuseram limites, se mantiveram "limitadas" por mt tempo? Já viste o chamado "progresso" parar porque uns quantos não concordam? quantos "Não's" relativos a assuntos controversos viste vigorar? o aborto não era permitido, foi legalizado dps de mt polemica, homossexualidade era doença, deixou de ser, casamento homossexual era das coisas mais Não permitidas de smp, é agr legal em diversos paises, porte de arma, legal em cada vez mais estados e com idades cada vez mais precoces. digo isto apenas pra te perguntar se a "democracia" de que falas está realmente a dar respostas válidas a questões que agr se tornaram publicas? a população anda ao sabor da maré, nao detém mais espirito critico por discutir aborto ou casamento homossexual, hoje tem uma opiniao, amanha tem outra, depende da influencia dos media e do vizinho do lado em conversas de café.
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Offline titafcp

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Re: Interrupção Voluntária da Gravidez
« Responder #66 em: Setembro 03, 2010, 06:34:49 »
eu não concordo, pois considero que todos têm o direito à vida